Camaradas,
Estava devendo um artigo sobre as eleições de Juazeiro (terra de João Gilberto e de Ivete Sangalo), e como tal segue uma pequena prévia da "puxada eleitoral".
Irônico como uma cidade do porte de Juazeiro (quarta maior economia do estado da Bahia) tende a apresentar campanhas eleitorais polarizadas no MIJO* (Mizael Aguilar e Joseph Bandeira), sem critérios partidários-ideológicos, simplesmente cativando a necessidade da rivalidade que compreende as próprias existências dos postulantes ao cargo de gestor municipal.
Tanto Mizael como Joseph foram testados (aprovados e reprovados em suas administrações), mas uma coisa me chamou a atenção: cinco dos seis candidatos juazeirenses, a exceção é o PSOL, são da "base do governo". Com a morte de ACM, o ex-pefelista histórico e atual prefeito Mizael deixou a sigla-raiz da redentora e foi para o PMDB do ministro Gedel Vieira Lima - abraçou o presidente Lula e o governador Jaques Wagner como amigos de infância e clama a si o estandarte de governista - ; Joseph está no PT e lançou sua esposa e vereadora Flor de Maria como sua candidata a vice; PC do B, PDT e PHS lançaram candidaturas próprias e mesclam nos seus apoios antigos carlistas insatisfeitos com a falta de rumo da oligarquia.
Aí fica complicado para o eleitor identificar quem é quem! Até porque o oportunismo tomou conta de forma escancarada em virtude das gestões (e verbas) dos petistas Lula e Wagner.
Resta-nos uma dúvida: numa eleição de turno único (acredito que seja a última em virtude da proximidade dos 200.000 eleitores), o povo juazeirense vai ficar no MIJO ou buscar uma terceira via, perdoem-me a expressão, que não seja medríocre.
* A expressão tornou-se popular e não tende a ofender a honra de nenhum dos postulantes.
Estava devendo um artigo sobre as eleições de Juazeiro (terra de João Gilberto e de Ivete Sangalo), e como tal segue uma pequena prévia da "puxada eleitoral".
Irônico como uma cidade do porte de Juazeiro (quarta maior economia do estado da Bahia) tende a apresentar campanhas eleitorais polarizadas no MIJO* (Mizael Aguilar e Joseph Bandeira), sem critérios partidários-ideológicos, simplesmente cativando a necessidade da rivalidade que compreende as próprias existências dos postulantes ao cargo de gestor municipal.
Tanto Mizael como Joseph foram testados (aprovados e reprovados em suas administrações), mas uma coisa me chamou a atenção: cinco dos seis candidatos juazeirenses, a exceção é o PSOL, são da "base do governo". Com a morte de ACM, o ex-pefelista histórico e atual prefeito Mizael deixou a sigla-raiz da redentora e foi para o PMDB do ministro Gedel Vieira Lima - abraçou o presidente Lula e o governador Jaques Wagner como amigos de infância e clama a si o estandarte de governista - ; Joseph está no PT e lançou sua esposa e vereadora Flor de Maria como sua candidata a vice; PC do B, PDT e PHS lançaram candidaturas próprias e mesclam nos seus apoios antigos carlistas insatisfeitos com a falta de rumo da oligarquia.
Aí fica complicado para o eleitor identificar quem é quem! Até porque o oportunismo tomou conta de forma escancarada em virtude das gestões (e verbas) dos petistas Lula e Wagner.
Resta-nos uma dúvida: numa eleição de turno único (acredito que seja a última em virtude da proximidade dos 200.000 eleitores), o povo juazeirense vai ficar no MIJO ou buscar uma terceira via, perdoem-me a expressão, que não seja medríocre.
* A expressão tornou-se popular e não tende a ofender a honra de nenhum dos postulantes.
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